13 CURIOSIDADES SOBRE VANESSA É O BICHO
**01) Meu nome é Vanessa Negrini. Nasci em Vitória-ES, em 1974, moro no DF há mais de duas décadas, sou solteira, mãe do Mateus (20) e da Ítala (30). Moramos num condomínio, ao lado do Itapoã e Paranoá, com 10 gatos e 6 cachorros (este número vária bastante, pois tem sempre novos resgatados chegando e outros sendo adotados).


**02) Sou vegana. Parei de comer carne aos 9 anos de idade (depois de ver matar um porco e viajar de carro com ele dentro de uma lata por uma semana) e me tornei vegana em 15 de agosto de 2018. Hoje, estou convencida que a compaixão pelos animais eleva nossa própria humanidade. Não fico fazendo vigília contra quem come carne rssss, mas se você quiser conversar sobre isso, só avisar. Cada um no seu tempo, né?






**03) Defendo o serviço público de qualidade para toda a sociedade. Sou técnica Judiciária do TJDFT desde 2009. Quando passei no concurso ainda não havia os cargos aprovados. Fui uma das organizadoras da campanha que mobilizou a sociedade, mídia e parlamentares do DF para aprovação da lei que criou os cargos. Resultado desse esforço, mais de 3 mil pessoas foram convocadas para tomar posse no TJDFT, nesse edital.





**04) Comecei a trabalhar cedo. Trabalho desde os 13 anos de idade. Antes de ingressar no serviço público, atuei na assessoria de diversas entidades de classe, agências de comunicação, editoras, e fui bancária por sete anos. Também fui locutora de rádio e presidente do Movimento Cultural de Paracatu. O gosto pela comunicação nasceu ainda no ensino fundamental 2 (antigo 1º grau), quando “editei” um jornalzinho rodado escondido em mimeógrafo, na casa de freiras do colégio local. Por seu teor considerado “subversivo”, foi caçado precocemente na terceira edição rsss.
**05) Participo do PT desde os 17 anos, mas sempre com atuação nos bastidores, sobretudo na equipe da comunicação de outros companheiros e companheiras. Militante de movimentos populares de luta por moradia (CMP – Central de Movimentos Populares e AMORA – Movimento Popular por Moradia do DF e Região). Atuo no Núcleo PT-UnB e na Zonal Paranoá, onde integrei o diretório em 2006. Hoje, sou a primeira coordenadora nacional do Setorial de Direitos Animais do PT.





**06) Amo a política desde que me entendo por gente! Vejo a política como o motor das relações humanas e da transformação social. Já fui representante de classe e integrante de Centro Acadêmico na graduação e na pós. Ganhei 9 de 10 campanhas que participei como coordenadora de comunicação, em entidades de classe e em eleições políticas. A primeira foi em 1996, quando coordenei a campanha de rádio de candidato petista eleito prefeito de Paracatu-MG. Naquele ano, quebramos a hegemonia de uma família que monopolizava o poder político da cidade por quase um século. Foi emocionante!
**07) Sou suplente deputada federal. Em 2018, pela primeira vez, resolvi defender as pautas que amo com minha própria voz como candidata a deputada federal. Fui a segunda candidata mais votada do PT, alcançando a primeira suplência com a articulação e o apoio de muitas pessoas que ajudaram a construir essa história. Em 2022, novamente fui eleita suplente de deputada federal.

**08) Em 2020, juntamente com as companheiras Olga de Freitas e Francimery Bastos, iniciamos um movimento histórico dentro do PT de criação do Setorial de Direitos Animais e, após os encontros estaduais e nacionais, com a mobilização de mais de 2 mil filiados e filiadas e dirigentes do PT, fui eleita a primeira coordenadora nacional do coletivo. Já tivemos a oportunidade de duas reuniões com o Presidente Lula, para apresentar o novo Setorial e as demandas do Setor. Nosso trabalho é para garantir um capítulo forte e robusto sobre direitos animais no programa de governo do PT em 2022.


**09) Não, eu não me preocupo apenas com bicho! 😉 A violência contra a mulher (física, psicológica, moral, sexual, institucional e/ou patrimonial) é uma realidade que atinge 3 em cada 5 mulheres. É um tema que nos atinge diretamente. Precisamos defender a Lei Maria da Penha, aprimorando os instrumentos de proteção e empoderamento da mulher, assim como enfrentar todas as formas de discriminação e preconceito, e defender os direitos das pessoas LGBTQIA+, negras, com deficiência, indígenas, jovens e idosos.



**10) Nas lutas que me movem, também tem importância primordial a defesa da Universidade Pública. Sei bem por experiência própria o quanto o ensino superior é fundamental para transformar a vida de pessoas de família com poucos recursos e sem amigos importantes. Na UnB me dedico à pesquisa e ao estudo do Direito Animal, da Comunicação Pública e do Direito Humano à Comunicação, sob a perspectiva teórica, filosófica e prática de O Direito Achado na Rua, grupo liderado pelo Professor José Geraldo de Sousa Jr. Ajudei a organizar obras de forte conteúdo político: Mídia, Misoginia e Golpe; Em Defesa da Comunicação Pública; O Direito Achado na Rua v8. – Introdução Crítica ao Direito à Comunicação; Um Grito no Ar – Comunicação e Criminalização dos Movimentos Sociais; e O Direito achado na rua: Introdução crítica ao Direito como liberdade.


**11) Também faço a defesa dos direitos animais dentro na Universidade. Em 2019, juntamente com a professora Elen Geraldes e um incrível grupo de pesquisadores de direitos animais, fundamos o NEDAI – Núcleo de Estudos sobre Direitos Animais e Interseccionalidades da UnB, onde sou a coordenadora-executiva. Trata-se do primeiro órgão oficial dentro da estrutura da UnB criado especificamente para refletir sobre os direitos animais sob um olhar multidisciplinar, com vistas a libertação animal. Passamos a ofertar também na UnB a disciplina Mobilização Pública e Direitos Animais, que está em sua 5a. turma.

**12) Sou bacharel em Comunicação Organizacional, mestre e doutora em Políticas de Comunicação, pela Universidade de Brasília. Acredito que a comunicação organizacional tem uma contribuição incrível a dar para o Estado brasileiro caminhar rumo a um patamar de mais transparência e diálogo efetivo com o cidadão. Para isso, defendemos a criação de cargo de Gestor de Comunicação Organizacional.



**13) Há uma década sou uma das centenas de protetoras independentes que atua no Distrito Federal, tentando minimizar o sofrimento e o abandono de animais. Já resgatei centenas de cães e gatos, castrando e encaminhando para a adoção. Muitas vezes, na cara e na coragem, sem nenhum dinheiro no bolso. Tenho a convicção de que em quatro anos podemos realizar a castração de no mínimo 50 mil animais resgatados, e ajudar a transformar a realidade do Distrito Federal e servir de exemplo para todo o País.

















